Capa do Artigo Cálculos judiciais: o que são e qual é o melhor software? do Cálculo Jurídico para Advogados

Cálculos judiciais: o que são e qual é o melhor software?

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Obs: Se desejar, clique no botão do tocador abaixo para ouvir um resumo dos principais pontos abordados neste artigo:

Quem advoga sabe: os cálculos judiciais estão em quase todos os processos, não importa a área de atuação, nem se o foco é o contencioso judicial ou administrativo.

Pode apostar que a advocacia previdenciária, cível, tributária, trabalhista, penal, bancária e de qualquer outro campo precisa de ferramentas confiáveis para calcular os valores envolvidos.

E não é só quem advoga que tem muito a ganhar com softwares de cálculos judiciais eficientes, seguros e funcionais!

A contabilidade e a perícia judicial também entram nessa história, já que também atuam com base nesse tipo de cálculo.

Afinal, essas ferramentas definem o quanto a parte vai receber ou pagar, garantem a execução correta da sentença e evitam prejuízos graves causados por erros.

Acredite: a escolha de índice de atualização monetária incorreta ou a aplicação de juros em desconformidade com a decisão judicial vão levar a resultados errados.

Isso compromete o trabalho todo, até mesmo uma vitória na ação judicial!

Mesmo assim, ainda é comum ver profissionais que gastam horas com planilhas manuais, fórmulas confusas e programas ultrapassados, com alto risco de erros.

Por esse motivo, o CJ traz para você hoje um guia completo sobre os cálculos judiciais, para mostrar o que eles são e qual é o melhor software para calcular as suas causas. 🤗

Olha só tudo o que você vai ver aqui:

  • O que são cálculos judiciais e em quais áreas do direito eles são mais usados?
  • Quem pode elaborar cálculos judiciais?
  • Quais são os tipos de cálculos judiciais e quais são os erros mais comuns neles?
  • Qual é o melhor software para cálculos judiciais?
  • Como contestar cálculos judiciais em um processo?
  • E muito mais!

Com tudo isso só vai faltar um software que te ajuda a fazer todos os cálculos judiciais, como o do CJ:


Gostei, quero começar o teste agora!

O que são cálculos judiciais?

Os cálculos judiciais são operações matemáticas e numéricas, com o objetivo de descobrir ou atualizar valores em processos que correm na Justiça. 🤓

Alguns exemplos de cálculo desse tipo são:

Os cálculos judiciais transformam o direito em números!

Ou seja, eles permitem que o que foi decidido pelo Judiciário seja materializado em uma quantia que deve ser paga pela parte vencida para a vencedora.

Na prática, esse é o elo entre a parte jurídica e a execução em valores, traduz decisões em dinheiro e precisa de muita atenção de todos os envolvidos.

Isso porque qualquer erro pode mudar o resultado final e comprometer todo o trabalho da sua advocacia.

Inclusive, os cálculos judiciais aparecem em todas as fases do processo!

Eles começam na inicial, para definir o valor da causa, e vão até a execução ou cumprimento de sentença.

Em muitos casos, é a própria advocacia a responsável por calcular os valores envolvidos nas ações.

Só que causas mais complexas podem envolver os serviços dos peritos judiciais e de contadores especialistas.

Então, não tenha dúvidas: mais do que simples números e contas, os cálculos judiciais envolvem muito estudo, domínio técnico e atualização constante.

É por isso que os softwares de cálculos estão cada vez mais essenciais para quem advoga.

Isso, independente da área!

Em quais áreas do direito os cálculos judiciais são mais utilizados?

Os cálculos judiciais são usados em quase todas as áreas do Direito e nas mais diversas situações da atuação da advocacia. ⚖️

É certo que, mais cedo ou mais tarde, o seu escritório vai ter que calcular alguma questão relacionada aos processos que correm em favor dos seus clientes.

Só que os cálculos ganham destaque especial em áreas em que o resultado da ação é mais voltado para a parte financeira.

Isso porque, nesses cenários, há uma dependência direta do proveito da causa quanto às operações numéricas.

Dá uma olhada em quais áreas os cálculos judiciais estão mais presentes no dia a dia:

Uma boa ferramenta de cálculos judiciais, como o software completo do CJ, garante transparência, precisão e agilidade na execução ou no cumprimento de sentença.

Esses são fatores que influenciam de forma direta o real êxito prático da causa e, também, a satisfação do seu cliente.

Então, vem ver quem pode elaborar os cálculos judiciais!

Quem pode elaborar cálculos judiciais?

Os cálculos judiciais podem ser elaborados por muitos profissionais, a depender de uma série de fatores como:

  • tipo do processo;
  • valores envolvidos;
  • fase processual;
  • grau de complexidade;
  • divergência entre os cálculos das partes.

O mais comum é que a advocacia elabore o cálculo judicial da causa, com valores que sejam técnicos e corretos na parte legal.

Isso, sempre de acordo com os índices de juros, correção monetária e limites da sentença.

Quem advoga pode calcular de forma direta, em especial nos casos de ações com menor complexidade e valores mais baixos.

Em regra, isso é feito com a apresentação de planilhas junto com o protocolo da petição inicial, da contestação ou no início do cumprimento de sentença, na fase de execução.

E, como em regra a advocacia não tem tempo e nem a parte técnica aguçada para fazer os cálculos, o apoio de softwares especializados, como o do CJ, é fundamental para ganhar tempo e segurança. 🤩

Acontece que em situações mais delicadas, como ações mais abrangentes, de alto valor e grande complexidade, é possível buscar o auxílio da contabilidade.

Contadores são assistentes técnicos das partes, que elaboram, conferem e refazem os cálculos judiciais para apresentar seus próprios resultados.

Contratar os serviços deles é uma prática comum da advocacia trabalhista, tributária e empresarial em cenários como grandes ações, para checar o resultado e apresentar relatórios mais completos.

E ainda existe a possibilidade do perito judicial elaborar os cálculos judiciais!

Isso acontece quando existe grande divergência entre os resultados das partes sobre alguma questão de cálculo no processo ou em causas de grandes proporções.

Então, para evitar prejuízo, o Judiciário nomeia um perito contador para elaborar os cálculos de forma imparcial e profissional.

Tudo isso para chegar no que de fato importa: a precisão dos resultados do cálculo no caso concreto.

É por isso que contar com uma ferramenta é essencial, até porque são vários os tipos de cálculos judiciais.

Vem descobrir quais são eles!

Quais são os tipos de cálculos judiciais?

Os cálculos judiciais podem aparecer de várias formas conforme o tipo de ação e os direitos envolvidos na causa.

Existem cálculos cíveis, trabalhistas, previdenciários, tributários e em muitos outros campos de atuação.

Em todos eles, o objetivo é traduzir em números corretos o que foi decidido pela Justiça na sentença ou no acórdão em termos de valores. 😉

No dia a dia, os principais tipos de cálculos judiciais são:

  • Liquidação de sentença trabalhista: tem como objetivo apurar os valores devidos pelo empregador ao trabalhador depois do fim do processo na Justiça do Trabalho, o que pode incluir verbas rescisórias, horas extras, adicionais, férias, reflexos, FGTS e outras parcelas reconhecidas no caso concreto;
  • Cálculo de pensão alimentícia: na área de família, os valores de pensão alimentícia são quantias sensíveis que devem ser determinados ao calcular uma porcentagem ou valor fixo sobre os rendimentos do alimentante, ao levar em conta as necessidades do alimentado, inclusive com correção monetária e juros por atraso;
  • Aposentadoria e revisões previdenciárias: na área previdenciária, o cálculo da renda mensal inicial dos benefícios é essencial para revisões, concessões e questionamentos quanto ao tempo de contribuição considerado ou valores atrasados devidos, assim como os índices de correção monetária usados ao longo do tempo;
  • Atualização de dívidas tributárias: nas causas tributárias, os valores envolvidos precisam sempre de atualização, para corrigir as quantias pagas de tributos, a fixação da multa e os encargos nas execuções fiscais, além de descobrir quanto é devido em restituições;
  • Correção monetária de indenizações: em ações cíveis ou de outras áreas que envolvem a indenização por ato ilícito, como danos materiais, morais e lucros cessantes, o cálculo deve seguir índices oficiais para atualização, para manter o valor de compra da reparação determinada pela Justiça.

Em qualquer área, erros nos cálculos judiciais podem causar grandes prejuízos para as partes envolvidas.

E olha que esses são só alguns exemplos de cálculo, já que existem dezenas de outros que são usados todos os dias na prática, sempre com a exigência de precisão e atualização nos parâmetros.

É por isso que usar softwares de cálculos judiciais é indispensável para a redução de erros, otimização de tempo e a entrega de um serviço de excelência.

Aliás, vem conferir quais são os equívocos mais comuns na hora de calcular!

Quais são os erros mais comuns em cálculos judiciais?

Ao calcular os valores envolvidos nas ações, erros podem acontecer e o mais importante é saber quais são os mais comuns para buscar ao máximo evitar cair nas armadilhas.

E, mesmo com toda a técnica e ferramentas envolvidas no cálculo, os equívocos são muito mais comuns do que se imagina.

A grande questão é que errar nos cálculos judiciais compromete muitas camadas do seu serviço!

Desde a própria credibilidade, até atrasos na conclusão dos processos e pagamentos menores ou maiores do que deveriam ser, com evidentes prejuízos financeiros para os clientes.

A boa notícia é que dá para evitar esse tipo de problema com um software completo como o do CJ.

Mesmo assim, é interessante dar uma olhada nos erros mais comuns que podem aparecer no seu dia a dia!

Omissão de parcelas

A falta de uma ou várias parcelas no cálculo é um dos erros mais recorrentes na prática da advocacia.

Ele acontece quando, no momento de calcular, não se informa a parcela reconhecida na decisão judicial (como em sentença ou acórdão), em contratos, convenções ou mesmo nas próprias leis.

Isso deixa uma falha, um buraco que impacta de forma direta no resultado, em regra para menor.

Por exemplo, imagine um cálculo de liquidação trabalhista que não inclui os reflexos de horas extras.

Esse erro gera impacto:

  • no 13º salário;
  • nas férias;
  • no ⅓ de férias;
  • no FGTS;
  • nas verbas rescisórias em geral.

Então, é fundamental ficar de olho para considerar todas as parcelas, assim como os índices corretos!

Aplicação incorreta de índices

A escolha errada na hora de aplicar o índice de correção monetária ou dos juros é um enorme problema.

Esse é um equívoco sério e que pode gerar prejuízos enormes, já que valores finais podem ser alterados em vários dígitos por uma variação mínima no índice usado.

E cada tipo de processo tem uma determinação específica quanto aos juros ou correção monetária.

Alguns dos índices mais comuns são:

Por esse motivo, não deixe de conferir o que diz a sentença ou acórdão antes de aplicar os índices, assim como acontece com os juros! 👇

Inclusão ou exclusão equivocada de juros

Os juros são uma parte importante dos cálculos judiciais e a inclusão deles deve respeitar os limites da decisão da Justiça.

Casos em que se inclui juros indevidos ou se omite os que deveriam ser aplicados acabam com resultados incorretos que geram impactos negativos para as partes.

Como regra, os pontos mais sensíveis são o marco inicial da contagem e a taxa que deve incidir no caso concreto!

Ou seja, a partir de que data os juros começam a ser aplicados e qual deve ser a porcentagem deles no cálculo.

Em alguns processos, os juros correm desde o ato ilícito ou evento danoso, enquanto em outros é desde o protocolo da inicial. 🗓️

Por outro lado, em termos de índices, os mais comuns são de 1% ou 2% ao mês, mas isso pode variar conforme o caso.

Então, vale a pena conferir a decisão judicial e os limites legais, assim como também acontece para evitar equívocos na atualização monetária!

Erros de atualização monetária

O erro no momento de aplicar a atualização monetária é um dos mais comuns, talvez o mais presente na prática.

Isso porque muitos ainda usam programas instalados no computador que dependem de atualizações externas feitas pelo próprio usuário ou planilhas manuais para os cálculos judiciais.

Esses recursos não são sempre atualizados e, às vezes, nem consideram os índices oficiais como deveriam.

Aí, sobram diferenças relevantes no resultado final, que podem mudar bastante os valores encontrados.

Esse é um grande problema que não acontece com quem usa um bom software de cálculos judiciais.

Afinal, uma ferramenta dessas calcula tudo de forma automática com os índices de atualização monetária corretos e recentes.

Por falar nisso, vem ver qual é o melhor programa!

Qual é o melhor software para cálculos judiciais?

O melhor software para cálculos judiciais é o do Cálculo Jurídico!

O programa do CJ leva em conta todos os detalhes técnicos e mantém uma atualização constante nos índices aplicáveis. 😍

Não adianta querer calcular as quantias envolvidas no seu processo de forma manual e acreditar que isso é uma boa ideia.

Além de reduzir a produtividade e aumentar muito a possibilidade de erros, isso atrasa sua rotina ao ocupar um espaço considerável na sua ajuda.

Por esse motivo, usar um software completo de cálculos judiciais como o do CJ é um enorme diferencial na sua advocacia, e um recurso essencial para quem advoga no:

  • trabalhista;
  • previdenciário;
  • bancário;
  • cível;
  • tributário;
  • penal.

O uso dessa ferramenta é essencial para o seu escritório, e entre as opções do mercado, o software do CJ é o que se destaca como mais completo e confiável.

Sem contar no custo benefício!

O programa de cálculos judiciais do CJ é amplo e calcula várias áreas do Direito em um só lugar, para você ampliar seus serviços e atender mais clientes.

Além disso, as atualizações são automáticas e você tem tranquilidade para calcular suas ações com as mudanças na lei e na jurisprudência sempre consideradas.

Não precisa baixar nada e nem reinstalar, já que você acessa o software de qualquer lugar com internet.

A usabilidade é outro trunfo do CJ!

O programa tem uma interface simples, pensada para entrar resultados completos com o mínimo de cliques possíveis.

E sem contar nos relatórios completos para você usar nas suas petições ou para mostrar para o cliente na hora.

No final, você pode contar com um programa que diminui o retrabalho, traz mais precisão, eficiência e deixa sua atuação mais produtiva.

Inclusive, na hora de contestar cálculos judiciais incorretos nos processos.

Vem descobrir como!

Como contestar cálculos judiciais em um processo?

Para contestar os cálculos judiciais em um processo, é preciso calcular os valores envolvidos e comparar os resultados. 🤓

Quando as quantias apresentadas pela outra parte ou até pelo perito judicial parecem não estar conforme o esperado, é fundamental conferir o que pode ter acontecido.

Contestar esses cálculos faz parte da defesa do cliente tanto quanto impugnar uma pergunta em audiência ou recorrer de uma decisão desfavorável!

Acontece que a contestação dos cálculos judiciais deve ser feita com base sólida, na parte técnica e na jurídica, além de respeitar prazos.

Então, vem ver algumas dicas para isso!

Dica 1 - Analise e descubra a origem do erro

Antes da impugnação aos cálculos judiciais, é essencial saber onde está o erro e qual é a sua origem.

Algumas perguntas ajudam você a descobrir como o cálculo chegou nessa situação:

  • o índice de correção está certo?
  • os juros aplicados são os corretos?
  • há erros no período de cálculo?
  • a base de cálculo está de acordo com a sentença?
  • alguma parcela não está considerada ou foi incluída a mais?

Essa análise técnica é o ponto de partida para verificar onde está o equívoco e conseguir contestar os cálculos judiciais com fundamento. ✅

Uma ferramenta como o software do CJ ajuda você nessa tarefa, já que entrega um resultado completo e permite verificar todas as etapas.

E isso leva para a próxima dica!

Dica 2 - Use fundamentos técnicos na contestação

Na hora de contestar, não adianta só apontar o erro, é preciso fundamentar o motivo dele e comprovar que há um equívoco entre os valores apresentados e os corretos.

Sempre que for possível, sugiro que mencione a:

  • decisão judicial;
  • súmula;
  • lei;
  • contrato;
  • convenção;
  • fonte do índice oficial.

Assim, você não só apresenta o erro para a Justiça, como também mostra a fonte dos dados corretos. 🤗

O objetivo é demonstrar que há violação ao determinado no processo ou nas leis, e, para isso, comparar com o resultado certo é fundamental!

Dica 3 - Compare

A prova mais clara de que há um equívoco no cálculo apresentado pela outra parte é a comparação entre o resultado dela e o seu relatório dos cálculos judiciais.

Para isso, apresente planilhas ou relatórios que mostrem que os valores originais impugnados estão errados ao comprar eles com os corretos.

Isso destaca as diferenças de forma visual, transparente e clara. 😉

Inclusive, o software de cálculos judiciais do CJ permite gerar os relatórios completos de forma fácil, com tabelas, gráficos e observações.

Assim, fica ainda mais claro verificar a divergência com o cálculo apresentado de forma incorreta.

E você pode anexar esse relatório na petição para contestar o resultado da outra parte e também mostrar para o seu cliente.

Se, ainda assim, houver alguma dúvida, é possível tomar outra providência!

Dica 4 - Peça perícia judicial

Se a divergência ou discussão persistir, a Justiça pode considerar que a dúvida técnica é relevante e não pode ser resolvida só com os cálculos judiciais das partes.

Neste cenário, é possível solicitar a perícia judicial com um perito contábil dos quadros do Tribunal competente.

Esse é o profissional que vai fazer a conferência e um novo cálculo, com critérios corretos e imparciais.

Agora, não confie nos cálculos apresentados sem também conferir os resultados da perícia judicial com os do seu software.

Ter um contador como assistente técnico também é uma boa ideia em causas mais complexas, inclusive.

E também não perca os prazos! 🗓️

Dica 5 - Cuidado com os prazos

A contestação dos cálculos judiciais não pode ser apresentada a qualquer tempo e existem prazos que precisam ser respeitados.

Passar desse limite pode significar a preclusão, ou seja, que o resultado vai ser homologado e não pode mais ser corrigido.

É muito importante ficar de olho nos limites para apresentação das impugnações e ter um tempo para analisar os resultados.

Por esse motivo, manter o fluxo de trabalho do seu escritório de forma saudável e com o uso de ferramentas automatizadas ajuda a não perder o prazo e impugnar os cálculos dentro do limite legal.

Conclusão

Os cálculos judiciais são parte essencial e fundamental da atuação da advocacia, presentes em quase todas as ações.

Como estão nas causas da mesma forma que recursos e impugnações, atuar com excelência na hora de calcular os valores envolvidos é um grande diferencial para o seu escritório.

É por isso que cálculos judiciais manuais não tem lugar, já que são demorados, arriscados e abrem espaço para prejuízos graves.

Contar com um software de cálculos completo e confiável, como o do Cálculo Jurídico, transforma o seu escritório ao trazer mais eficiência, produtividade e segurança.

Aí, você oferece mais serviços e impressiona os seus clientes desde o primeiro atendimento.

Hoje, aqui no blog do CJ, você viu um guia completo sobre os cálculos judiciais, com os pontos mais relevantes no assunto.

Então, dá para escolher o melhor programa e explicar para o cliente a importância de contar com os resultados certos na mão na hora dos processos.

E para facilitar ainda mais sua vida, você pode sempre contar com o software de cálculos do CJ, que faz todos os cálculos da simulação até a liquidação. 😎

Até a próxima!

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